Nunca antes na história da blogosfera…

Porra, Bruxa! Cadê os neurônios que podiam ter catado a entrevista no iutúbio? mané….

Eis que Lizinácio concedeu uma entrevista aos blogueiros que a haviam solicitado há meses. A coisa rendeu na frente e atrás da twitcam.

Vou nem falar do lance do feito histórico, que isso já me encheu os pacová. blablabla primeira vez que os blogueiros têm vez blablabla velha mídia ficou de fora blablabla mudou a perspectiva blablabla todo mundo marca presença. Ai, cansa!

Algumas considerações a respeito dos convidados:

1- são blogueiros chapa-branca? Não. São caras que não se pautam pela mídia tradicional. Aprenderam a ver os prós e os contras do governo além do mimimi bolsa-esmola +corrupção que levou a oposição à derrota fragorosa saboreada em dois turnos.

Tanto sabem ver os contras do governo que foram direto na jugular de Lizinácio em momentos bem duros. Um foi quando o Rovai cobrou a abertura dos arquivos da ditadura, logo na primeira pergunta. outra foi quando o cara de Recife perguntou por que o Paulo Lacerda, então diretor da Polícia Federal, caiu pra cima após a operação Satiagraha. Foram perguntas delicadas, que Lizinácio, o ensaboado, falou falou falou falou e disse nada.

2- Ah, foi panelinha. E foi tudo combinado. Aliás, é tudo chapa branca e patrocinado pelo governo desde seu bunker trotskista bakuniano que não permite um pensamento diferente do deles e viva Adam Smith, ou coisa do tipo.

Essa entrevista começou a nascer lá pra julho, agosto, quando nego começou a articular o encontro de comunistas notórios “blogueiros progressistas” (vide explicação acima). Eles se reuniram, se conheceram pessoalmente, combinaram de pedir a tal entrevista e negociaram meses a fio com o Palácio do Planalto, até conseguirem.  E conseguiram.

Daí vieram os abas (o/) e pediram pra entrar na entrevista também. (Eu mesma cheguei a ligar pra @Maria_fro e pro @renato_rovai, e não consegui, ainda que viva em Brasília). Não conseguiram (mos). E com o ego e a vaidade feridos, começaram a desmerecer o evento e os convidados. Eu pelo menos fiz isso de zoação lá no blog da Frô. Mas nego fez isso a sério.

Tá certo que a lista de convidados pra essa entrevista não foi das mais bem selecionadas. Faltou uma certa mão de Lily Marinho😉 pra convidar as pessoas certas e dispô-las de forma adequada à mesa (sim, disse isso pra ser sacaneada e trolada. Fiquem à vonts!😛 )

Faltou um monte de representantes de minorias e isso percebeu-se pelo conteúdo das perguntas, que foram por demais repetitivas. Boa parte delas foi sobre o monopólio da grande e velha mídia sobre os serviços de comunicação e sua manipulação sobre a massa de eleitores que… [boceeeeejo]. Poderiam ter escolhido UM representante desse mimimi específico, e terem dado espaço para outros.

Não foram abordados temas importantes, como a diferença das políticas sociais neste governo; questões de saúde, habitação, transportes e outros subitens do PAC; Reforma Agrária e o agrobusiness; e por aí vai.

E, paradoxalmente, a entrevista não rendeu tão bem porque tinha muito entrevistador. Los Dez Amyghos foram de uma classe sem par, de uma educçaão que jornalistões ( e principalmente jornalistinhas) da velha guarda esqueceram como ter. Mas como tinha muita gente, Lizinácio nadou de braçada, falou o quanto quis, e não foi interrompido para contrapontos, como teria sido se a entrevista fosse levada por dois, três caras.

Vou nem falar do microfone que não funcionou direito no início da transmissão.

O fato é que os entrevistadores poderiam ter sido mais diversos. Mas vamos reconhecer que esta foi a primeira entrevista do gênero, gente. Há toda uma série de ajustes a serem feitos ainda.

E faltou, também (por que não?), alguns blogueiros ligados ao PSDB, pra dar um saborzinho de expectativa de porrada (numpresto). seria muito interessante soltar um Reinaldo Azevedo ou um Augusto Nunes no meio daqueles caras.

Mas o que não dá pra engolir é você saber disso tudo e ver o Marcelo Tas acreditar que ele deveria ter sido convidado, assim, do nada, só porque ele é lyndo e dyva, pra essa entrevista.  Foi, de longe, o mais ridículo dos mimimis do dia. Pior foi quando ele disse que o número de espectadores da entrevista não era nada, porque ele conseguia 30 mil fácil em seu programa (tá, cláudia, nas noites de segunda-feira você consegue 30 mil. Quero ver num a quarta-feira pela manhã quantos você consegue botar pra te prestigiar…).

Noves fora, o resultado foi bom. Pode melhorar, é claro.

Minha sugestão: convidem agora a tropa de choque do Serra (Reinaldo, Eliane e Augusto… até completarem 10 manés jornalistas) pra entrevistarem o Lula. E peguem esses mesmos 10 amyghos de hoje pra entrevistarem o Serra. No mesmo esquema de Twitcam de hoje. Mas me avisem quando isso acontecer, porque filme de ação é bom com pipocas!😀

Não me convidaram pra essa festa pobre (…)

Mas eu invado!

Daí que Lizinácio vai conceder hoje, às nove da matina, uma entrevista coletiva aos comunistas notórios blogueiros sujos blogueiros progressistas bando de marmanjo clube do bolinha enfim, a uns caras que não estão exatamente na lista de convidados de eventos sociais organizados por José Serra.

Eis que geral chiou, reclamou, espezinhou, fez pouco caso, tudo porque não foi convidado (pra essa festa pobre que os homens armaram pra me convencer…) pro convescote. Foi um tal de dizer que foi obra da panelinha, e que não tem mulher, ficou clube do bolinha, e só vai paulista, blablabla whiskas sache blablabla. Esqueceram-se de reparar que hello-o, o Cara vai falar com blogueiro! Não é rádio, não é TV, não é jornal, é BLOGUE! Blê-ó-bló, gue-u-é, blogue!

Eu que sou eu e estou na mesma cidade de Lizinácio inté tentei ir ao convescote, mas num rolou. Ainda bem que não vou pra essa coletiva, senão teria que acordar às seis da matina pra fazer depilação, maquiagem, escova, manicure… num tô com saco! (e aí? fui convincente?)

E a arquibancada, o que diz? Ah, vai ser entrevista chapa branca! Eles são pagos pelo governo pra escreverem a favor (eu quero também! Me digam comofas? Sei escrever contra e a favor de tudo! Defendo até José Serra se for necessário!) do governo, então as perguntas vão ser pianinho!

Digo só o seguinte:

1- Ainda que essa entrevista tenha sido negociada meses a fio, tem que rever esses critérios aí. Acho que até inscrição deveria ter rolado, algo mais Casa Branca way of life, sei lá. Mas que já é um cmeço, ah, isso é.

2- BUAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

3- aham, sei… nego que ganhou fama da oposição como blogueiro sujo vai é voar na jugular de Lizinácio – tudo bem que, antes de enfiar os dentes, vai pedir licença. Mas eu tenho certeza de que o debate vai ser firmeza. Até porque esse pessoal conhece bem o governo – talvez por não ter se informado pela Grande Imprensa nos últimos anos – e conhece não só os prós como os contras da obra de Lizinácio.

Além do quê, a entrevista vai ser transmitida por aqui. Mas se Deus quiser e os anjos do WordPress permitirem, dá pra ver aqui embaixo.

http://entrevista.blog.planalto.gov.br/index.php?embed=true

(E aí? Curtiram o cinismo desse “embed = true”? eu não!)

Já deixo aqui as perguntas que eu faria a Lizinácio se lá estivesse:

  • Presidente, foi sua intenção kibar o PSDB ao juntar um bando de programa social tucano no Bolsa Família?
  • Depois de descansar de oito anos de trabalho, qual o seu futuro? Tem algum banco mundial ou Nações unidas em vista?
  • Sr presidente, esses senhores q estão com o sr. têm fama de serem sujos. Conte pra nós se algum deles estiver fedendo, sim? Ou ai a massa ambém é cheirosa?
  • O que o Luiz Inácio de 1989 diria se visse o LInacio de 2010 ligado a Collor, Sarney? O q o Lizinácio de 2010 lhe explicaria?

Enfim, só porque não fui convidada vou fazer um liveblogging da entrevista. Para tanto, convidei a @midiacrucis.

Espero conseguir embedar o box do evento aqui…

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#lulablogs , galera!

Pra você morrer de inveja dos americanos

Não sou de me apegar a discursos. Mas este daqui me matou de inveja até o fundo da alma. Mas inveja, invejona, mesmo. Porque americano entende direitinho de democracia. Sabe quando é hora de brigar, pôr as garras de fora. Mas também sabe quando é hora de pegar o boné, enfiar o rabinho entre as pernas, reconhecer derrota e sair de campo.

John McCain deu uma aula magistral de como reconhecer a derrota com uma dignidade quase que assustadora.

Por isso eu copio aqui o discurso dele, e colo aí em cima o vídeo memorável.

Só pra que você pense bem e morra de inveja deles.

Porque essa dignidade infelizmente não é verde-amarela.

Vergonha dos nossos políticos.

E inveja negra dos americanos.

Mas, enfim, eis o discurso. Nas partes em destaque, a inveja n’alma juntou-se a um profundo arrepio que me percorreu toda a espinha:

Obrigado. Obrigado, meus amigos. Obrigado por virem aqui, nesta bela noite do Arizona.
Meus amigos, nós –nós chegamos ao fim de uma longa jornada. O povo americano falou, e falou claramente.
Há pouco, tive a honra de telefonar para o senador Barack Obama para parabenizá-lo.
Em uma disputa tão longa e difícil quanto foi a dessa campanha, o sucesso dele demanda meu respeito por sua habilidade e perseverança. Mas, que ele tenha obtido sucesso ao inspirar as esperanças de tantos milhões de americanos que acreditaram erroneamente que tinham pouco em jogo ou pouca influência na eleição de um presidente americano, é algo que admiro profundamente e o elogio por alcançar.
Esta é uma eleição histórica, e reconheço o significado especial que ela tem para os afro-americanos e para o orgulho todo especial, que deve ser deles nesta noite.
Sempre acreditei que os Estados Unidos oferecem oportunidades para todos os que são trabalhadores e que têm vontade de trabalhar. O senador Obama acredita nisso também.
Mas ambos reconhecemos que, embora tenhamos avançado muito desde as velhas injustiças que já mancharam a reputação de nosso país e negaram a alguns americanos as plenas benesses da cidadania americana, as lembranças delas ainda têm poder para machucar.
Um século atrás, o convite do presidente Theodore Roosevelt a Booker T. Washington para jantar na Casa Branca foi visto como um ultraje em muitos lugares.
A América está hoje a um mundo de distância do fanatismo cruel e apavorante daqueles tempos. Não há melhor prova disso do que a eleição de um afro-americano para a presidência dos Estados Unidos.
Que não haja razão agora para que qualquer americano deixe de celebrar sua cidadania nesta que é a maior nação da Terra.
O senador Obama alcançou um grande feito para si mesmo e para este país. Eu o aplaudo por isso, e ofereço a ele meus sinceros sentimentos, por sua avó não ter vivido para ver este dia. Embora nossa fé nos assegure que ela repousa na presença do Criador e está muito orgulhosa do bom homem que ela ajudou a criar.
O senador Obama e eu tivemos e discutimos sobre nossas diferenças, e ele prevaleceu. Sem dúvida muitas dessas diferenças permanecem.
Estes são tempos difíceis para o nosso país. E eu prometo a ele esta noite fazer tudo em meu poder para ajudá-lo a nos liderar através dos muitos desafios que vamos encarar.
Peço a todos os americanos que me apoiaram que se juntem a mim não apenas para parabenizá-lo, mas para oferecer ao nosso próximo presidente nossa boa vontade e nossos esforços mais honestos para encontrar modos de nos unirmos a fim de efetuarmos os compromissos necessários para superar nossas diferenças e ajudar a restaurar nossa prosperidade, defender nossa segurança em um mundo perigoso, e deixar para nossos filhos e netos um país melhor e mais forte do que o que herdamos.
Sejam quais forem nossas diferenças, somos todos americanos. E por favor acreditem em mim quando digo que nenhuma ligação jamais significou mais para mim do que essa.
É natural. É natural, nesta noite, sentir algum desapontamento. Mas amanhã teremos de seguir adiante e trabalhar em conjunto para colocar nosso país em movimento de novo.
Lutamos –lutamos tão duro quanto pudemos. E embora tenhamos chegado perto, a falha foi minha, não de vocês.
Estou tão profundamente grato a todos vocês pela grande honra do seu apoio e por tudo que vocês fizeram por mim. Eu gostaria que o resultado tivesse sido diferente, meus amigos.
A estrada foi difícil desde o começo, mas o seu apoio e amizade nunca se abalaram. Não poderia expressar de modo adequado o quanto estou profundamente em débito com vocês.
Estou especialmente grato a minha mulher, Cindy, a meus filhos, a minha querida mãe e a toda a minha família, e aos muitos velhos e caros amigos que ficaram ao meu lado através dos muitos altos e baixos desta longa campanha.
Eu sempre fui um homem de sorte, e muito mais ainda pelo amor e encorajamento que vocês me deram.
Vocês sabem, campanhas freqüentemente são mais duras para a família do candidato do que para o candidato, e isso foi verdadeiro nessa campanha.
Tudo que posso oferecer para compensar é meu amor e gratidão e a promessa de anos mais pacíficos à frente.
Também estou –também estou, é claro, muito grato à governadora Sarah Palin, uma das melhores companheiras de campanha que já vi, e uma voz nova e impressionante em nosso partido por reforma e pelos princípios que sempre foram nossa maior força, a seu marido Todd e a seus cinco lindos filhos por sua incansável dedicação à nossa causa, e à coragem e graça que mostraram nos percalços de uma campanha presidencial.
Podemos todos esperar com grande interesse por seus próximos serviços no Alasca, no Partido Republicano e em nosso país.
A todos os meus companheiros de campanha, de Rick Davis e Steve Schmidt e Mark Salter até o último voluntário que lutou dura e bravamente, mês após mês, no que às vezes pareceu a mais disputada campanha nos tempos modernos, muito obrigado. Uma eleição perdida nunca vai significar mais para mim do que o privilégio de sua fé e amizade.
Eu não sei –eu não sei o que mais eu poderia ter feito para tentar vencer essa eleição. Deixarei isso a outros para determinar. Todo candidato comete erros, e tenho certeza de que cometi minha parcela deles. Mas não vou gastar um minuto do futuro lamentando o que poderia ter sido.
Essa campanha foi e vai permanecer como a grande honra da minha vida, e meu coração está cheio de nada menos que gratidão pela experiência e pelo povo americano por me conceder uma oportunidade justa antes de decidir que o senador Obama e meu velho amigo, o senador Joe Biden, deveriam ter a honra de nos liderar pelos próximos quatro anos.
Eu não seria –eu não seria um americano digno desse nome se lamentasse um destino que me permitiu ter o privilégio extraordinário de servir a esse país por meio século.
Hoje, fui um candidato ao posto mais alto do país que amo tanto. E esta noite permaneço um servo. Isso é benção suficiente para qualquer um, e eu agradeço ao povo do Arizona por isso.
Esta noite –esta noite, mais do que em qualquer outra noite, tenho em meu coração nada mais que amor por esse país e por todos os seus cidadãos, tenham apoiado a mim ou ao senador Obama.
Desejo boa sorte ao homem que foi meu oponente e será meu presidente. E peço a todos os americanos, como fiz freqüentemente nesta campanha, que não se desesperem diante das atuais dificuldades, mas que acreditem, sempre, na promessa e na grandeza dos Estados Unidos, porque nada é inevitável aqui.
Americanos nunca desistem. Americanos nunca se rendem.
Nunca nos escondemos da história. Nós fazemos história.
Obrigado, e Deus os abençoe, e Deus abençoe os Estados Unidos. Obrigado a todos.
Agora, compare com o daí de baixo (#vergonhaalheia)

Bingo-debate

Meu Deus, por quê eu não pensei nisso antes?

Você está cansado de ficar ouvindo o mesmo lero-lero de cá e o mesmo biro-biro de lá durante os debates presidenciais?

Não aguenta mais a pasteurização das discussões entre os candidatos, preferia que eles saíssem logo no braço?

Quando os candidatos começam a falar você se pega pescando cochilos de tédio?

NÓS TEMOS A SOLUÇÃO!

BINGO-DEBATE

Um joguinho bem parecido com o business bingo!

Nós vamos fazer você prestar atenção redobrada ao debate desta noite!

Precisa nem imprimir. Basta anotar num broquinho de papel 15 das expressões a seguir, e ir riscando os temas/palavras à medida que eles forem citados/abordados. E acompanhe o debate com afinco! \o/😀

Porque, né? A gente já conhece a lenga-lenga que vai rolar esta noite.

Eis as expressões do Bingo-Debate:

ELA NÃO RESPONDEU À MINHA PERGUNTA

NÃO É NADA DISSO

DUAS CARAS

MUDA DE OPINIÃO

PETROBRÁS

PRIVATIZAÇÃO

PRÉ-SAL

OPERAÇÃO DE VARIZES

PRIVATIZAÇÃO

ERA DO ORELHÃO

TERGIVERSAR

ASSERTIVA

SAÚDE

SANEAMENTO BÁSICO

ERENICE

PAULO PRETO

CORRUPÇÃO (não vale copiar esta duas vezes, hein?)

CORREIOS

FILHO DE VERDUREIRO / MEU PAI FOI VERDUREIRO (Vale qualquer uma dessas)

PAPA

ABORTO

GUARDA NACIONAL

SEGURANÇA

DROGADOS

O GOVERNO ATUAL

O GOVERNO ANTERIOR

TROLOLÓ

PETISTA

O PT

ESTÁ SENDO INVESTIGADO

ROMBO

MILHÕES

ROUBO / ROUBAR

Veja os depoimentos de quem já jogou bingo-debate

(Atenção: o texto a seguir foi descaradamente copiado do link do business-bingo fornecido acima. Comigo é assim: kibada portuguesa! Eu copio, confesso  e cito a fonte!)

Minha capacidade de concentração aumentou muito desde que comecei a jogar o Bingo-debate”
Os debates da TV ou em qualquer outro lugar continuam não resolvendo nada. Mas pelo menos agora nós nos divertimos bastante.
Nunca antes na história deste país tinha se visto um método que faz as pessoas prestarem atenção em cada palavra que se fala num debate eleitoral
O clima do último debate com os presidenciáveis estava muito tenso, pois 14 pessoas já estavam prestes a preencher a quinta casa em dez minutos de jogo”
Senhor Candidato ficou completamente atônito quando ouviu oito pessoas gritarem ‘ Bingo ‘ ao mesmo tempo
É impressionante como os debates eleitorais têm tido rfecordes de audiência depois que adotamos o revolucionário sistema Bingo Debate….
O Bingo Debate é um achado! Desde que o implantamos, temos tido ainda mais assunto para nossas conversas nos botecos após o encontro eleitoral

A portinhola do fundo do poço da vergonha alheia foi aberta

Daí que a Conceição Oliveira, do blog Maria Frô, me cobrou um comentário para esta frase de Aécio

Eu poderia falar que Minas é um estado, o Brasil é um país com vinte e tantos estados, e que isso é falta de noção e tals.

Mas antes que eu pudesse conceber qualquer raciocínio mais elaborado do que “é a República do Pão de Queijo, da qual o Brasil é sub-sede”, José Serra, o Lucas Celebridade do PSDB (e Lucas Celebridade que me perdoe de usar seu célebre nome em vão) abre a boca e me solta esta aqui:

 

Não sei qual das três caras tá melhor nessa foto. Ponto pro UOL (não acredito que disse isso).

 

Daí eu pergunto: que importância tem a república das Minas Gerais diante de uma frase como essa daí de cima?

… e eis que José Serra inovou o conceito de Vergonha Alheia. Conseguiu superar o líder do PCO da Vergonha alheia, Lucas Celebridade.

Notinha:

Acho que você sabe quem é Lucas Celebridade.

Figurinha fácil (com duplo sentido) na blogosfera brasileira, seu objetivo é ser, como já indica seu apelido, uma Celebridade. Ele não beira o ridículo, porque nesse abismo já despencou de há muito. Vergonha alheia define o menino.

Não tenho nada contra Lucas tornar-se Celebridade. Pelo contrário, rezo muito para que isso aconteça. Até porque a alternativa é ele ser professor de português. Isso, sim, seria o fim do mundo.

Mas Lucas não faz mal a ninguém, não tá robano, não tá matano, só pede um pouco de sua atenção (ainda que para isso cegue o conceito de noção com seus ensaios sensuais). Tampouco tem planos para o pré-sal.

Enfim. Teamlucas.

Debate com Weslian ♥ e o… ah, aquele cara que vai vencer! \o/

de que importa o nome dele?

O importante é que vai ser tudo muito severamente! :o) \o/

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Dilma versus Serra

Texto do Sérgio Buchabick, postado originalmente no blog dele, o Dois Vezes um. Pra variar, genial. Por esse texto vocês entendem porque muitos ( o/ ) o chamam de Sérgio Tranqueira…

Dilma versus Serra

– Vou voltar na Dilma.

– Tem algum bom motivo para isso?

– O Serra é careca. Não sou a favor de presidentes carecas. Aliás, quanto mais cabelo melhor. Até minha vó sabe que o melhor presidente que tivemos no Brasil até hoje foi o Itamar, o qual, não bastasse uma esvoaçante cabeleira, ainda tirava onda de topete.

– Deixa ver se entendi. Você vai votar na Dilma porque o Serra é careca. Certo?

– Não só isso. Mas é que o outro motivo não sei se é politicamente válido.

– E esse do careca é?

– Não acabei de explanar sobre isso, mencionando presidentes anteriores, penteados e até minha vó?

– Sim.

– Pois então.

– Tá. E qual é o motivo politicamente inválido para votar na Dilma.

– Acho ela gostosa.

– Como é?

– Acho ela meio gostosa. Já o Serra, zero sex appeal.

– E você quer ter uma presidenta gostosa?

– Claro. Melhor do que ver o careca falando na TV regularmente. Ela é uma comuna boa. Já viu ela posando com as armas? Uma beleza.

– Você tá realmente falando sério que acha ela meio gostosa?

– Por que todo mundo pergunta isso?

– Você já falou isso para outras pessoas?

– Era para guardar segredo?

– Não. Claro que não.

– Ah, bom. Porque comentei por alto com minha namorada e com os pais dela.

– Deus!

– Eles falaram o mesmo. Na mesma sequência. Primeiro perguntaram se eu estava falando sério. Depois, disseram “Deus!”. Na sequência, ficaram medindo de alto a baixo minha namorada.

– Então você está falando sério, correto.

– Estou, cacete.

– Nesse caso, indico que vote no Serra.

– Mas eu já disse que não voto em careca.

– Eu sei. Mas se a Dilma perder, como toda boa candidata e ex-BBB e aspirante a fama, ela tem boas chances de sair na Playboy. Não seria melhor para você?

– Não curto a Playboy. As fotos são muito pudicas.

– São mesmo. Bom, se te consola, se ela perder por uma margem grande de votos, ela pode posar na Sexy. Prefere assim?

– Quanto menos votos, melhor?

– Quanto menos votos, melhor para você.

– Se ela tiver zero votos, estrela algum filme na Brasileirinhas?

– Hummm.

– Pô, um filme chamado “Dil-e-uma noites… de sexo” seria legal, né?

– “Roça roça na Roussef” seria mais.

– Mano, agora sim. Me convenceu. Vou votar no Serra. Mesmo porque, se ele perder, faz algo no Brasileirinhos, né? E acho que ninguém quer isso.

– Ninguém, não sei. O pessoal que faz títulos para filmes pornográficos deve estar torcendo para ele perder. Fazer trocadilho pornô com Serra é muito, muito mais fácil do que com Dilma.

– É mesmo?

– Uh. Além de nomes como “Serra serra na muchacha”, dá ainda para inventar coisas com careca.

– Argh.

– E com tucano. Tipo tucano erótico e daí para baixo.

– Tem espaço coisa daí para baixo?

– Rapaz, o poço da política e da pornografia é fundo. Muito fundo.

– Percebo.

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