Você acompanha avidamente o noticiário político. Acredita piamente na palavra de José Serra. É, inclusive, eleitor dele. Você lê a folha de SPaulo por crer que é o melhor jornal deste país. E, junto com seu jornal de estimação (seu de sua pessoa ou seu da pessoa de José Serra, mas não me complica azidéia aqui que eu tô te defendendo, pô!), acredita piamente que José Serra é o pai dos genéricos. Só vocês, não: o próprio PSDB declarava isso no site oficial.

Daí, um belo dia você ouve dizer que o Serra declarou que o genérico não foi idéia dele. E quem diz isso é o seu jornal de estimação (seu de sua… ah, já disse isso no parágrafo aí de cima, num enche!).

Você duvida da notícia. Não, não pode ser, isso é trololó petista… Mas né mentira, não! Táqui.


Não, não é Photoshop, não! É sério!!!!

(P.S.: Governador, decida-se: ou não fui eu quem inventou ou não fui eu que inventei. Melangê de jenessequá não orna na credibilidade. E NSra da Concordância Verbal ainda está a lhe olhar de soslaio, não se esqueça…)

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